Gestão de campanha eleitoral
Centenas de agentes, dezenas de municípios, e no fim ninguém sabe qual rua foi coberta. A Formiga mede o percentual de malha viária efetivamente percorrida — em vez de confiar no botão “concluí”.
Cada cidade onde a campanha atua vira um nó próprio, com nome vindo da malha do IBGE — não de digitação.
Quem conhece Vilhena monta a operação de Vilhena. O gestor da campanha não faz isso da capital.
O chefe de equipe cadastra o próprio time. É a lista da chamada e a base do cálculo de diária.
Só agora o mapa: lotes desenhados à mão, fatiados em rotas balanceadas por metragem e domicílios.
A equipe retira a rota do pool, o mapa cai no aplicativo, e o trajeto é registrado enquanto se anda.
A cobertura é calculada por amostragem ao longo de cada trecho. Atravessar o cruzamento não conta como percorrer a rua.
02 — LIMITES
Não corta pagamento automaticamente por suspeita. Anomalia é sinal, não prova — e toda revisão passa por uma pessoa, com direito de contraditório do agente.
Não dispara mensagem em massa para eleitor, nem modela transporte de eleitores.
Não substitui o sistema do contador. Exporta o que ele precisa e sai do caminho.
Não coleta posição fora da jornada. O rastreio começa no check-in, termina na conclusão, e o agente vê um botão de encerrar o tempo todo.
Campanhas adversárias podem ser clientes ao mesmo tempo. O isolamento é estrutural e não depende de ninguém lembrar de filtrar uma consulta. Encerrada a campanha, a destruição dos dados pessoais é agendada desde o primeiro dia.
Sua campanha tem banco de dados próprio.
Isolamento estrutural, não configuração de tela.